segunda-feira, 1 de abril de 2013
Hoje é dia 1º de abril e, como muita gente sabe do costume popular, é o Dia da Mentira. A data é especial para quem gosta de pregar pegadinhas com as pessoas e vê-las frustradas - e até mesmo indignadas - com a brincadeira.
Curiosidade. Não existe uma data exata para o surgimento do Dia da Mentira. Algumas teorias apontam que a data foi estipulada em meados do século XVI, quando o Ano Novo era comemorado no dia 25 de março e as festas duravam uma semana, terminando no fatídico dia 1º de abril. Algum tempo depois, quando finalmente foi adotado o calendário gregoriano, o rei Carlos IX da França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1º de janeiro. Como algumas pessoas não aceitaram a mudança e continuaram a seguir a comemoração ainda no dia 1º de abril, muita gente começou a brincar com o fato, convidando esses "conservadores..." para festas que não existiam e mandando presentes bobos e esquisitos na data.
No Brasil...
O Dia da Mentira em terras brasileiras começou a ser difundido em Minas Gerais. Lá circulava um periódico chamado A Mentira que foi lançado em 1º de abril de 1828. A primeir matéria de capa dava conta da morte do então imperador do Brasil, Dom Pedro. A notícia, é claro, foi desmentida no dia seguinte.
O Dia da Mentira serve para fazer uma brincadeira sadia com os amigos e com quem queremos ver sorrir de uma forma descontraída, mas é preciso ter cuidado! Fazer brincadeiras sadias não é sinônimo de criar mentiras pesadas e que prejudiquem quaisquer pessoas. Mentir nunca é uma boa opção e, na sociedade em que vivemos, a verdade deve sempre prevalecer.
Afinal você nunca sabe qual vai ser a reação de quem está ao seu lado, não é verdade? :)
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Origem do termo "tchê"
Há quem goze de nosso uso do termo “TCHÊ”, ache até chulo-grosseiro este linguajar. Se soubessem a sua origem, aí abaixo relatada, talvez mudassem sua opinião....”
Sotaques e regionalismos na hora de falar são conhecidos desde os tempos de Jesus. Todos na casa do sumo sacerdote reconheceram Pedro como discípulo de Jesus pelo seu jeito "Galileu" de se expressar.
No Brasil também existem muitos regionalismos. Quem já não ouviu um gaúcho dizer: "Barbaridade, Tchê"? Ou de modo mais abreviado "bah, Tchê"?
Essa expressão, própria dos irmãos do sul, tem um significado muito curioso.
Para conhecê-lo, é preciso falar um pouquinho do espanhol, dos quais os gaúchos herdaram seu "Tchê".
Há muitos anos, antes da descoberta do Brasil, o latim marcava acentuada presença nas línguas européias como o francês, espanhol e o português. Além disso o fervor religioso era muito grande entre a população mais simples.
Por essa razão, a linguagem falada no dia, era dominada por expressões religiosas como: "vá com Deus", "queira Deus que isso aconteça", "juro pelo céu que estou falando a verdade" e assim por diante.
Uma forma comum das pessoas se referirem a outra era usando interjeições também religiosas como: "Ô criatura de Deus, por que você fez isso"? Ou "menino do céu, onde você pensa que vai"? Muita gente especialmente no interior ainda fala desse jeito.
Os espanhóis preferiam abreviar algumas dessas interjeições e, ao invés de exclamar "gente do céu", falavam apenas Che! (se lê Tchê) que era uma abreviatura da palavra caelestis (se lê tchelestis) e significa do céu. Eles usavam essa expressão para expressar espanto, admiração, susto. Era talvez uma forma de apelar a Deus na hora do sufoco. Mas também serviam dela para chamar pessoas ou animais.
Com a descoberta da América, os espanhóis trouxeram essa expressão para as colônias latino-americanas. Aí os Gaúchos, que eram vizinhos dos argentinos e uruguaios acabaram importando para a sua forma de falar.
Portanto exclamar "Tchê" ao se referir a alguém significa considerá-lo alguém "do céu". Que bom seria se todos nos tratássemos assim. Considerando uns aos outros como gente do céu.
Um abraço, Tchê!
Sotaques e regionalismos na hora de falar são conhecidos desde os tempos de Jesus. Todos na casa do sumo sacerdote reconheceram Pedro como discípulo de Jesus pelo seu jeito "Galileu" de se expressar.
No Brasil também existem muitos regionalismos. Quem já não ouviu um gaúcho dizer: "Barbaridade, Tchê"? Ou de modo mais abreviado "bah, Tchê"?
Essa expressão, própria dos irmãos do sul, tem um significado muito curioso.
Para conhecê-lo, é preciso falar um pouquinho do espanhol, dos quais os gaúchos herdaram seu "Tchê".
Há muitos anos, antes da descoberta do Brasil, o latim marcava acentuada presença nas línguas européias como o francês, espanhol e o português. Além disso o fervor religioso era muito grande entre a população mais simples.
Por essa razão, a linguagem falada no dia, era dominada por expressões religiosas como: "vá com Deus", "queira Deus que isso aconteça", "juro pelo céu que estou falando a verdade" e assim por diante.
Uma forma comum das pessoas se referirem a outra era usando interjeições também religiosas como: "Ô criatura de Deus, por que você fez isso"? Ou "menino do céu, onde você pensa que vai"? Muita gente especialmente no interior ainda fala desse jeito.
Os espanhóis preferiam abreviar algumas dessas interjeições e, ao invés de exclamar "gente do céu", falavam apenas Che! (se lê Tchê) que era uma abreviatura da palavra caelestis (se lê tchelestis) e significa do céu. Eles usavam essa expressão para expressar espanto, admiração, susto. Era talvez uma forma de apelar a Deus na hora do sufoco. Mas também serviam dela para chamar pessoas ou animais.
Com a descoberta da América, os espanhóis trouxeram essa expressão para as colônias latino-americanas. Aí os Gaúchos, que eram vizinhos dos argentinos e uruguaios acabaram importando para a sua forma de falar.
Portanto exclamar "Tchê" ao se referir a alguém significa considerá-lo alguém "do céu". Que bom seria se todos nos tratássemos assim. Considerando uns aos outros como gente do céu.
Um abraço, Tchê!
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